Fotografo: Marcelo Camargo
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Menores de 6 meses, mulheres grávidas e pessoas com alergia severa ao ovo ou pacientes imunocomprometidos não podem ser vacinados.

 
 
 
O Ministério da Saúde do Uruguai confirmou hoje (9) o segundo caso de sarampo no país. O Uruguai não registrava casos da doença desde 1999. Neste ano, 85 mil uruguaios receberam a vacina tríplice viral, que previne contra o sarampo, a caxumba e a rubéola.
 
Desde a semana passada, após a confirmação do primeiro caso da doença, o Ministério da Saúde uruguaio está realizando uma intensa campanha de vacinação para a população. Na primeira semana de abril, mais de 20 mil pessoas foram vacinadas. O país, com uma população de 3,5 milhões de habitantes, possui 400 postos de vacinação. A imunização é gratuita.
 
Os sintomas da doença são febre, erupções cutâneas, conjuntivite, tosse e coriza. O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmitida pela fala, tosse e espirro, e extremamente contagiosa.
 
A vacinação é a única maneira de prevenir a doença, que pode trazer complicações principalmente para crianças desnutridas e menores de 1 ano.
 
Quem deve se vacinar
No Uruguai, todas as pessoas maiores de 15 meses e nascidas a partir de 1967 (menores de 52 anos) devem se vacinar contra o sarampo – receber a segunda dose.
 
Os bebês de 12 a 15 meses devem ter recebido uma dose e partir dos 15 meses receber a segunda.
 
Menores de 6 meses, mulheres grávidas e pessoas com alergia severa ao ovo ou pacientes imunocomprometidos não podem ser vacinados.
 
Brasil
Após o registro de um caso de sarampo endêmico no Pará, o Ministério da Saúde anunciou em março que o Brasil vai perder o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em 2016.