Fotografo: Jorge Pinho
...
Simpósio conta com a participação de agricultores, associações e cooperativas de agricultores familiares e profissionais da Educação.

 
 
 
A conexão entre a alimentação escolar e a agricultura familiar é tema de um simpósio que será realizado hoje , das 08h às 12h, no auditório Maestro China, da Secretaria Municipal de Educação (SME). O objetivo do evento, realizado pela Coordenadoria de Nutrição Escolar da Secretaria Municipal de Educação (SME), é fortalecer o trabalho conjunto entre os atores sociais envolvidos no processo de aquisição dos produtos da agricultura familiar para a alimentação escolar.
 
Durante o simpósio, que terá a participação de agricultores, associações e cooperativas de agricultores familiares e profissionais da Educação serão abordadas as diretrizes estabelecidas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), os critérios que devem ser observados para o fornecimento de produtos para a alimentação escolar. O evento terá carga horária de 4 horas.
 
A coordenadora de Nutrição Escolar da SME, Ana Domingas da Conceição Silva explicou que a conexão entre a agricultura familiar e a alimentação escolar é fundamental e está estabelecida no Programa Nacional de Alimentação Escolar que prevê o apoio ao desenvolvimento sustentável e ao emprego da alimentação saudável e adequada. “Essa conexão permite o uso de alimentos variados, frescos, seguros, que respeitam a cultura alimentar e que promovem o desenvolvimento econômico regional para o agricultor familiar, sendo um canal importante de comercialização e geração de renda com regularidade para eles e para os escolares, a garantia de alimentos e hábitos saudáveis”, destacou Ana Domingas.
 
Segundo a Resolução do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (CD/FNDE) nº 26, de 17 de junho de 2013 (atualizada pela Resolução CD/FNDE nº 04, de 2 de abril de 2015), normativa que trata do atendimento da alimentação aos escolares da educação básica no âmbito do PNAE, é obrigatória a aquisição de gêneros alimentícios, no limite mínimo de 30%, oriundos da agricultura familiar e a necessidade de procedimentos que garantam a qualidade sanitária dos alimentos em toda a cadeia produtiva.