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Lula personalidade mundial de 2019, escolha foi em Novca Yorque

 
Semana começa com perspectivas que vão além dos picadeiros de Brasília. Lá, o arrependido presidente, que se cercor (forçosamente?) de generais, despacha críticas com seus assessores, principalmente o general Santos Cruz, que responde pela comunicação pasta que o clã Bolsonaro quer toar conta. O general vice presidente já foi chamado de bosta pelo guru do presidente e a coisa vai. O desprezo de mais de 40% de brasileiros que não votaram no palhaço mór do clã estendeu-se a Nova Yorque, a matriz onde o palhaço se subjugou subjugando toda a nação. Lá a palavra de ordem é “ele não”, tornando-o na “persona non grata” do ano, obrigando a saída pela tangente do presidente para não ser humilhado in loco. 
 
Aqui o besteirol civil continua: a líder  do governo Joyce Hasselmann lançou a acusação que virou piada mundial: o prefeito de Nova Yorque é comunista. Só a CIA e o FBI não viram isto, apesar do aparato ideológico destas organizações. Aqui, o ministro do Turismo abocanhou o dinheiro do povo destinado às campanhas de mulheres do seu partido. Deve cair ou os caras perderam o pouco de senso que tinham. A Justiça, atacada pela lava-jato, enfim tomou uma decisão: quebrar o sigilo bancário do Queirós (o laranja de Bolsonaro) e do filho pródigo, que, dizem por aí, tomava o dinheiro daqueles que empregava. Gente cujo currículo passa pelas milícias cariocas.
Na Venezuela, Maduro começa a descobrir que tem que abrir o dialogo para a Nação e aproveitar as oportunidades que a Russia e China lhe oferecem para por ordem na casa e mudar os rumos do pais, que como disse Lula se iludiu com o petróleo que tem e não criou condições de vida para a população local. O autoproclamado Guaidó, acumula derrotas e só conta com o clube de Lima e com a cúpula mundial contraria a maduro (que não significa seja a favor dele).
 
O sonho Trump de criar uma OPEP americana, para a independência do Oriente Médio, ficou só na doação do nosso pré-sal. O petróleo boliviano provavelmente não vai chegar até la, em suas mãos,   Trump, que retoma a guerra econômica com a China tá de olho no Orente, onde Israel e o Heszbolá voltaram a degladiar-se, trazendo consequências que na previsibilidade do melhor cenário vai isolar o petróleo por lá, elevando o preço do barril de cerca de US$ 70 até o infinito, podendo chegar permanentemente aos US$ 500 no decorrer da luta.
Ainda em Nova Yorque, grupos de brasileiros criam o prêmio Personalidade do Ano, como contraponto ao “premio” de Bolsonaro, que teve ate patdrocínio de US$ 12 milhões do Banco do Brasil. O prêmio, de reconhecimento, vai para ... Lula, por tudo que fez e que repercute positivamente, ainda com ele preso.