Fotografo: Reprodução
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Desenho de Escher

 
 
Sem uma liderança definida o que vemos hoje no Brasil é uma bagunça generalizada. As armas que tentam excluir Lula do processo de discussão do país se voltam para todos os lados. As mais novas ações na política remetem ao impeachment do vice presidente Hamilton Mourão e aos ataques ao Supremo Tribunal Federal. O vice - moderador do processo de imbecilidade e entrega do país aos interesses norte-americanos (única e exclusivamente) e o Supremo, guardião da Constituição, que pode colocar Lula no jogo de novo, ao reconhecer seu direito de responder um processo inquisitorial em liberdade.
Os lados antagônicos se revelam, num lado pelo “Marechal de banda” Olavo de Carvalho, guru do atraso, que dos EUA interfere em todos os cantos do governo, E no outro contra o STF, criando uma indisposição popular para o descrédito da instituição, já desacreditada nas camadas populares, mas que ainda revela força institucional na cúpula.. 
 
Olavo ao impor as suas teorias baseada na idade média  cria não apenas as aberrações que afetam a educação, ciência, economia e a soberania nacional, expõe o país ao ridículo mundial, fere a Constituição que apregoa que determina a neutralidade do Brasil nos conflitos internacionais (Israel e Palestina por exemplo).  É dele a proposta de ameaçar Mourão para blindar Bolsonaro. Ele a repassou ao deputado Marco Feliciano, autor do pedido de impeachment, e segundo a jornalista Monica Bérgamo, teria recebido a seguinte ordem do guru: 'Faça o que for possível para blindar o presidente. Ele não está conseguindo governar'". "Feliciano diz que pediu um impeachment porque, no entendimento dele, Mourão está conspirando contra Bolsonaro. Ele diz que a iniciativa é apenas um recado: 'Não é um tiro para matar. É um tiro para o alto'.