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Sem paz, quase eternamente na tegião

 
 
 
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse sábado (1º) que seu país está cortando todas as relações, inclusive de segurança, com Estados Unidos e Israel.
 
A decisão foi tomada após o presidente norte-americano, Donald Trump, ter apresentado um plano de paz para israelenses e palestinos.
 
"Os Estados Unidos não são mais um país amigável para a Palestina", disse Abbas em uma reunião da Liga Árabe no Cairo, Egito, acrescentando que se recusou a conversar com Trump.
 
Abbas disse que o plano de paz anunciado está "violando os acordos de autonomia" lançados em Oslo, em 1993, por Israel e pelos palestinos.
 
Israel terá que "assumir a responsabilidade enquanto força de ocupação [dos territórios palestinos]”, finalizou.
 
PARA ENTENDER A GUERRA PERMANENTE
A instabilidade política que se acirra com o rompimento data de  2014. Israel visa o Hamas, força armada Palestina, para quem é um grupo terrorista que não reconhece a existência do Estado de Israel e que não aceita a rendição e o desarmamento. Os palestinos iniciaram o conflito quando um jovem foi queimado vivo em Jerusalem. Por sua vez está em conflito os territórios da faixa de gaza reivindicados por palestinos e israelenses que a ocuparam e promovendo miséria e desemprego proibindo  o acesso marítimo à palestinos que não podem pescar), além de provocar a provocar a dependência de eletricidade, água e meios de comunicação. O que é condenado por ser ser abusivo e desrespeitoso aos direitos humanos.
Problema antigo 
A confusão vem da diáspora no século III quando os judeus foram expulsos de sua terra pelos romanos. Com  a abertura do canal interligando o Porto Said (porto egípcio no Mar Mediterrâneo) ), a Suez, no Mar Vermelho, no século XVIII (1869) a região passou a ser controlada pelos ingleses. Os judeus, sentiram-se apoiados e começaram um movimento para a criação do estado de Israel, patrolando a Palestina que diziam ser uma terra sem povo eles diziam que  "a Palestina é uma terra sem povo” e que suas terras deveriam ira “para um povo sem terra." Com o fim da Primeira Guerra Mundial e a derrota do Império Turco-Otomano houve a partilha do território, cobiçado pela Europa (representada pela civilização judaico-cristã).
 
Em 1917, o Reino Unido, transmite o territótio à Federação Sionista da Grã-Bretanha, para a criação de um Estado-Nacional israelense. 600.000 judeus se estabeleceram na região.
Em 1945 foi criada uma organização de estados árabes para coordenar aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais a “liga árabe” era liderada pelo Egito.
 
Em 1947, o brasileiro  começou o Plano de Partilha da Palestina para substituir o mandato britânico, declarando a formação do Estado de Israel (Eretz Israel), um território independente do controle britânico. As nações árabes não concordaram com a partilha, e começou a se acirrar o conflito entr árabes e judeus. srael ocupou os territórios da Cisjordânia, Penísula do Sinai, Faixa de Gaza e Colinas de Golã e até agora tenta estabelecer o domúnio de Jesusalém.
 
Israel se atrela à ajuda militar dos dos Estados Unidos, que visava impedir o avanço soviético. Fica evidente no conflito o poderio militar israelense contra os países árabes, de certa forma, um país contra vários.
 
Em 1956 om a Crise de Suez, Israel, a mando dos norte-americanos declarou guerra contra o Egito, porque o presidente, Gamal Abdel Nasser, nacionalizou o canal do Suez com apoio dos militares da URSS. Tomando o controle inglês do canal. Israel retoma o controle de Sues e invade as penínsulas de Sinai e a Faixa de Gaza.
 
Com a criação da Organização para a Libertação da Palestina, (1964) – uma organização política e paramilitar, vinculada à Liga Árabe (representante do povo palestino). Em 1967 ocorre a Guerra dos seis dias entre Israel contra a Síria, Egito, Jordânia e Iraque. Com apoio norte-americano Israel amplia seu território em 5 vezes, anexando a Península de Sinai, Colinas de Golã, a Faixa de Gaza, além de uma parte da Cisjordânia. De lá prá cá só tentativa de paz.