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A mudança de rumo da IMPRENSA que endeusava Moro

 
(Com agdências de Notícias)
 
Nesta semana o Brasil viveu um processo de convulsão social. Emergiu das mensagens trocadas pelos procuradores e juízes no celular, verdades que comprovam o que era verdade apenas para os “radicais”. O golpe contra Dilma Roussef, a eleição de Bolsonaro, foram frutos de uma armação. O golpe que determinou a ascensão de Michel Temer foi para abrir caminho a um governo pró-EUA. 
 
Atendendo todos os interesses norte-americanos, inclusive acabando com empresas como Odebrecht, que liderava o setor de construção civil. A façanha da Justiça de Curitiba, foi montada diretamente por setores do Departamento de Estado norte-americano,  com finalidade de trazer para o campo de batalha hibrido o desmanche de um Brasil progressista que no mínimo arranhava a supremacia da maior potência mundial. E, colocou por terra todas as conquistas nacionais dos últimos anos,  como a independência econômica (com a descoberta do pré-sal, o pagamento da dívida com o FMI), o avanço social (com a erradicação da fome de 1/3 de brasileiros).
 
As informações do escarnio que fizeram do povo brasileiro, inculto e belo, acabaram vindo à tona no início do mês, por meio do The Intercept, publicação norte-americana de jornalismo  investigativo e prosseguiu durante toda a semana passada, com promessa de continuidade e como conseguências são esperadas o desgaste fatal do juiz Moro, atual ministro da Justiça (cargo trocado pela façanha que fez) e no dia 25 poderá terminar com anulações de todos os seus atos, inclusive as prisões de Lula e as condenações de empresários, como os dirigentes da Odebrechet.
 
Além disso neste processo de guerra hibrida contra o Brasil, começam a surgir dúvidas de  conspiração entre a Globo-Lava Jato para derrubar Dilma e, à continuação, prender Lula para tirá-lo da eleição de 2018 e deixar o caminho livre para a viabilização do projeto de poder da extrema-direita entreguista e liquidacionista.
 
A descoberta dessa farsa brutal, que já ficou comprovada em apenas 3% do total de dados e informações que o Intercept ainda tem por revelar, incrimina agentes da PF, FFAA, ministério público, grupos empresariais, judiciário [do 1º grau ao STF], políticos e, naturalmente, a Rede Globo.
Restou evidente que pelo menos nos últimos 5 anos [desde o início da Lava Jato, em 2014], uma engrenagem secreta atua no Brasil com características mafiosas, à margem do Estado de Direito e articulada com os norte-americanos. O diálogo entre os traidores e conspiradores Deltan Dallagnol e Sérgio Moro deixa claro a associação ilegal deles com agentes dos EUA.
 
Essa engrenagem possui uma inteligência estratégica de coordenação, monitoramento e planejamento de cada passo dado em todo esse período.
A conspiração se desenrola no palco de uma guerra híbrida e combina o emprego de armas cibernéticas, táticas militares diversionistas, manipulação midiática, institucionalização de mentiras falsas e disseminação de ódio.
 
A subversão do Estado de Direito e a instalação do regime de exceção foi essencial para a consecução dos arbítrios e atropelos que passaram a ser "admitidos" como um "novo normal"; como a "nova" justiça do Estado paralelo do Partido da Lava Jato.
A mentira grotesca, a "novilíngua", a manipulação da realidade é o método por excelência dos conspiradores. A não-verdade, o não-acontecimento e a negação da realidade factual são variantes desse método.
 
O escancaramento da conspiração Globo-Lava Jato, a par de provar os crimes de Moro, Dallagnol e procuradores da Lava Jato, também pôs a nu os métodos e ações empregados pelo esquema mafioso para remover do caminho qualquer obstáculo ao projeto de poder desta máfia.
 
É ocioso discorrer as inúmeras circunstâncias em que nos confrontamos com realidades paralelas, distópicas, delirantes geradas pela central de inteligência da conspiração Globo-Lava Jato.
 
Por isso agora ressuscitaram as dúvidas sobre o suposto acidente aéreo que causou a morte do juiz do STF Teori Zavascki em janeiro de 2017, assim como a suposta facada no então candidato Jair Bolsonaro, em setembro de 2018, que culminou na não condenação do autor pelo Justiça.
 
Tratam-se de 2 fatos rumorosos, encobertos por um véu nebuloso e cujas apurações carecem de transparência e estão longe de fornecer explicações lógicas, coerentes e plausíveis.
 
Abundam mistérios – ou coincidências, para ser diplomático – acerca de Adélio Bispo, o autor da suposta facada em Bolsonaro. Tratam-se de "mistérios" relevantes.
Acerca da morte do Teori, basta citar a suspeita lançada pelo seu filho um ano após sua morte: "Não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!".