Fotografo: Luiz Alves
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Embora qualquer cidadão possa se cadastrar, conscientização da Defesa Civil se concentra em áreas de risco

 
 
 
Moradores da Capital serão comunicados via SMS sobre a possiblidade de desastres naturais nas regiões onde residem. Para isso, profissionais da Defesa Civil di Município e da Secretaria Adjunta de Defesa Civil do Estado deram início nesta semana à inclusão de dados no Sistema de Alerta Antecipado, do Governo Federal. O trabalho consiste em visita e cadastramento do número de celular e CEP dos cidadãos em áreas de risco.
 
De acordo com o diretor de Proteção e Defesa Civil, capitão Joalino Domingos Ferreira, as comunidades receberão informações de autoproteção em casos como enchentes, deslizamentos de terra, desmoronamentos e tempestades. Um mesmo número de celular pode cadastrar mais de um endereço. “Caso a pessoa tenha mais de uma propriedade, ou deseja colocar o CEP de casa e do trabalho, é só enviar todos os CEPs”, explica
 
O engenheiro do órgão, José Pedro Zanetti, explica que atualmente há em Cuiabá cerca de 1500 residências em localidades classificadas como áreas de risco e que esta etapa do trabalho é destinada a estes pontos. “Qualquer um pode se cadastrar, é só enviar a mensagem. Contudo, neste momento, nossas ações são direcionadas àqueles que vivem em locais que apresentam maior vulnerabilidade”, comentou.
 
As ações tiveram início pela região Norte da cidade, se estendendo pelo Jardim Vitória, Florianópolis e Três Poderes. Nas próximas semanas, o mapeamento será realizado em outras regiões.
 
Para se cadastrar, é preciso enviar uma mensagem para 40199 com o CEP de interesse. Em seguida será recebida uma mensagem comunicando o sucesso na realização do cadastro. Para consultar o CEP cadastrado, basta enviar “CONSULTAR” para 40199. É importante destacar que, tanto o envio quanto o recebimento de mensagens é totalmente gratuito.
 
“É um trabalho de conscientização. O conceito mais básico de Defesa Civil é que um órgão com participação da sociedade na defesa da sociedade. Quando se conhece a realidade in loco, as ações são direcionadas e preventivas. Além de evitar danos às famílias, o mapeamento das regiões de risco contribui para um bom planejamento urbano”, finaliza Joalino.