Fotografo: Reprodução
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Mudfanças ainda estão no cmeço

 
 
 
O mundo cinza deixou de ser o mesmo após o festival de Woodstock, realizado entre 15 e 17 de agosto de 1969 em Bethel, Nova York. Enquanto Jimi Hendrix detonava, literalmente The Star-Spangled Banner, o hino dos EUA, e Joe Cooker clamava With a Little Help From My Friends, 500 mil jovens coloriam tudo que podiam,  até  mesmo a lama de uma torrencial chuva que integrou corpos e solo numa mesma harmonia.
A juventude nascida no pós guerra mundial e que vivia a negação do Vietnã, sem perspectivas, alimentada pelos sonhos de professor de Harvard Timothy Francis Leary praticava a paz e o amor livre, sem preconceitos nos avisava que o mundo nunca mais seria o mesmo. 
 
A paz e o amor trouxeram em seu bojo mais que relações carnais e passividade. Vieram acompanhadas de uma posturas pacifista, ambientalistas e alteraram relações familiares fazendo aflorar a necessidade do coletivo de comunidades (tribos). Combateram o consumismo (até que o sistema agregou os seus valores na moda e na produção), trouxeram um desejo de vida, com uma alimentação saudável, já contra o envenenamento da terra por agrotóxicos e, a família nuclear transformou-se numa relação de apoio mútuo, agregando novos valores, que ainda sobrevivem e determinam relações.
 
Woodstock foi o ponto de mudança da metamorfose social iniciada no final da década de 40 do século 20, quando os primeiros dados começaram a aflorar pelo engenho pioneiro de Noman Wiener, hoje chamado de computador.
Com o festival a mística que incrementava o movimento hippie aflorou na expetativa da Era de Aguários, que está se formando, retirando a influência da Era de peixes, a era da Espada e do totalitarismo e abrindo espaço para que a humanidade aprimore a comunicação, o avanço para o futuro e se projete para a defesa das liberdades individuais.