Fotografo: Divulgação
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Manobra veio à tona e complica a vida da Justiça

 
 
O Brasil que está acompanhando as discussões que se travam no Congresso Nacional a partir de hoje já é outro. Em vez do herói assistir  “acabou com a corrupção no Brasil” vai assistir as deslealdades e covardias da Justiça orquestrada para remover todas as conquistas socias que a política nos legou até 20144 e promoveu todos os desmandos de um golpe de Estado a partir de 2016. 
 
Mais importante que uma reforma da previdência que tira R$ 1 bilhão do bolso da população mais pobre (estima-se que 83% dos cortes recairão na população que recebe até 2 salários mínimos), a agenda imediata vai buscar respostas para as ações do juiz Moro, que trocou a condenação do PT (a partir de Dilma Roussef) e o encarceramento de Lula numa masmorra de Curitiba. Moro é acusado de prevaricação, manipulação de julgamento do Lula, conluio com o Departamento deJustiça norte-americano para acabar com o Brasil. Suas ações  propiciaram o governo Bolsonaro e o extermínio do progresso. A Odebrecht, demonizada, entrou em processo de falência nesta semana (ameaçando 130 mil empregos de brasileiros).
 
 
De repente há uma quinzena começaram a pipocar reportagens feitas por jornalista norte-americano, mostrando todo o conluio e, provando por meio de mensagens de rede social como procedia a Lava Jato, um jogo de compadrio entre juiz e ministério público, acobertado pelo ódio da Imprensa (Folha de São Paulo, Veja, Globo e Estado de S. Paulo principalmente).
O resultado foi a imantação na opinião púbica que conta, de uma grande farsa que foram as delações e os julgamentos, que agora começam a ser desvendadas oficialmente. Moro, nesta quarta vai propiciar um espetáculo ímpar, a partir de sua oitiva à tarde.