Fotografo: Reproduçao
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Plano terrorista de bolsonaro, exlodir quarteis e distribuidora de agua.

 
 
 
 
 
As palavras excludente de ilicitude podem ser novidade. Elas dão o “direito” de matar, sem punição. É isto que o presidente Bolsonaro está propondo em sua emenda que libera o armamento para que policiais e também cidadãos comuns, armados, possam reagir, dentro de casa “ou até em vias públicas”, desde que “do outro lado o agressor estiver comprovadamente à margem da lei”.
 
Na verdade a medida visa institucionalizar as milícias (grupos que no Rio, sob o pretexto de acabar com o trafico escravizam moradores de favelas), os ruralistas (que poderão atirar à vontade no MST e suas lideranças e alegar invasão de propriedade). 
 
As milícias, que no Rio cooptaram o que há de pior nas polícias para transformá-los em “vigilantes” e dar a eles o poder do monopólio desde o gás da favela até “gatos” de energia elétrica e TV à cabo. Os ruralistas, desde o tempo que Ronaldo Caiado (hoje governador de Goiás), defendia uma guerra civil para expurgar o Brasil Lutam, em princípio para manter latifúndios improdutivos e agora para avançar suas terras e plantar e criar cada vez mais (com recursos de financiamento do Estado), independente de danos ambientais,sociais e envenenamento do ar e da água no campo.
 
De “bunda suja” a comandante
 
Foi o próprio general Gisel (em entrevista em 1993 a Maria Celina D´Araujo e Celso Castro) que atribuiu a desonrada qualificação de “bunda suja” ao então capitão Bolsonaro que segundo ele vivia pedindo para os generais darem novo golpe.  Geisel justificou as posturas de Bolsonaro porque ele era o único que não aceitou o fim da ditadura. "Presentemente, o que há de militares no Congresso? Não contemos o Bolsonaro, porque o Bolsonaro é um caso completamente fora do normal, inclusive um mau militar. Mas o que há de militar no Congresso? Acho que não há mais ninguém. "
O capitão.expulso da escola de oficiais por planejar atos terroristas (explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense), tornou-se parlamentar com a notoriedade. Daí para formar as milícias do Rio foi um passo.Agora, se vê às voltas com os generais do seu governo (impostos como mediadores) com os quais disuta ferrenhamente tomada de decisões fora da Constituição para conter movimentos sociais tidos como de esquerda, como o MST e nas cidades tenta enfraquecer as universidades, acabando com a ciência no Brasil para atender o auto-proclamado astologo Olavo de Carvalho (a quem a veja dedica uma matéria de capa nesta semana), O guru do Bolsonaro, que trabalha para os Estados Unidos. é daqueles que acredita que só uma Guerra Civil pode por o país nos eixos (e acabar naus rápido com o Brasil.