Fotografo: Reprodução
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Nossas riquezas estão sendo entregues

 
 
 
Sem combate à corrupção, envolvido em farsas judiciais e desfazendo conquistas sociais do Brasil, o governo revelou na semana sua face real que já foi além dos prejuízos à Nação. As demissões recentes do governo mostram isto, primeiro foi a demissão do secretário-geral da presidência da República, general Santos Cruz, que se negou a repassar R$ 400 milhões ao astrólogo Olavo de Carvalho, gurú de Bolsonaro que tenta influenciar cada vez mais no governo, direto dos Estados Unidos, onde Mora. Agora, a humilhação do presidente do BNDES Joaquim Levy, que o levou a pedir demissão.
 
Se não bastasse isto, o próprio presidente incitou a população a uma guerra civil quando no sábado, em uma solenidade militar em Caxias do Sul (RS), Jair Bolsonaro assumiu publicamente que sua decisão de liberar o porte de armas vai muito além da ideia de que isso sirva contra a criminalidade que assusta aos brasileiros. Ligado às milícias cariocas por meio de seu assessor Queiróz, o presidente promete espalhar a ideia pelo Brasil.
 
Estes fatos acontecem quando a ordem institucional está gravemente ferida, com a constatação de que a prisão de Lula foi uma farsa jurídica, encetada por uma quadrilha de Curitiba, que se apossou da Justiça para garantir a fraude nas eleições de 2018.
As consequências de uma política equivocada que mal passou de um semestre já se refletem na expulsão dos médicos cubanos do mais médico, dexando a população desassistida e numa forte reação de quem quer acabar com o ensino universitário no Brasil. Isto sem contar na corrosão de nossas riquezas, entregues a preço de banana às multinacionais e o desmanche das principais empresas de construção civil do Brasil. 
 
As esperanças de uma vida de bem-estar para a população se desfazem nas políticas que visam colocar o Brasil, cada vez mais numa posição secundária no contexto nacional, furtando nossa dignidade e nossos recursos. Paralelamente o governo dos rentistas segue afirmando que só tirando a aposentadoria dos brasileiros (mais pobres) é que se conserta o país.