Fotografo: Ailton Segura
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A presença dos EUA nas carnes dos osupermercados

 
Depois de defender uma educação superior elitista (universidade para ricos), de criticar a índole do brasileiro (chamou a todos de canibal) e impor práticas nazi-fascistas nas escolas, o chileno Vélez Rodríguez deixou seu lugar para Abraham Weintraub, economista e de índole judaica, que já declarou ser inútil o nordeste brasileiro estudar filosofia e sociologia, e que acredita piamente que o Brasil, em vez de desenvolver tecnologia deveria recorrer a Israel para desenvolver-se.
 
Abraham está no olho do furacão da influência do terraplanista (aquele que acredita que a terra é plana) autointitulado filósofo Olavo de Carvalho, que dos Estados Unidos tenta comandar o Brasil. O outro é o ministro das relações exteriores (motivo de piada mundial  por sustentar que Nazistas e fascistas eram comunistas de esquerda). 
 
Se um quer acabar com a Educação (o ministro) o outro quer detonar os negócios brasileiros com o mundo árabe, para favorecer relacionamento com Israel, puramente ideológicos. E, assim alinhar-se com os Estados Unidos, numa relação de volta do Brasil à condição de colônia dos Estados Unidos. Os primeiros reflexos disso já se notam nas gôndolas dos supermercados, onde a carne brasileira cede lugar à produtos importados, relegando o produtor local e o nosso agronegócio de primeira linha a uma condição de subserviência aos interesses econômicos amerianos, por exemplo. É a velha prática de exportarmos produtos in natura e recebermos de volta o produto processado pelo dobro do preço.
 
A mesma condição inspirou a lava-jato e o desmonte das principais empresas de construção do Brasil, para abrir espaço às empresas estrangeiras. Implantando um governo de militares baseado em golpes que antecederam a eleição do atual presidente (deposição de Dilma Roussef e prisão de Lula para não disputar eleições).